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Piracicaba (SP) apresenta 1º Festival de Cinema Coreano SP – KOFF entre 15 e 18 de agosto


Iniciativa do Instituto São Paulo de Arte e Cultura, o evento apresenta o melhor da produção cinematográfica coreana - Imagem: Divulgação

Nos 60 anos da imigração coreana no Brasil, a cidade de Piracicaba (SP) - que comemora o Dia da Cultura Coreana no Calendário Oficial de Eventos do Município - recebe a primeira edição do Festival de Cinema Coreano SP – KOFF entre os dias 15 a 18 de agosto, no Teatro do Engenho, na avenida Maurice Allain, 454, no Parque do Engenho Central. O objetivo da iniciativa é apresentar a produção cinematográfica coreana desde os filmes de arte e drama, até terror e ação.


A iniciativa traz ao Brasil sucessos de bilheteria do cinema sul-coreano e apresenta uma Mostra Competitiva e uma Mostra Não-Competitiva, exibindo 30 filmes entre curtas e longas metragens premiados.





A Mostra Competitiva reúne três categorias: longas e curtas-metragens produzidos na Coreia do Sul sobre qualquer temática; longas e curtas-metragens produzidos no Brasil sobre a Coreia do Sul ou cultura coreana; e longas e curtas-metragens produzidos no Brasil realizados por brasileiros descendentes de coreanos sobre qualquer temática. A Mostra Não-Competitiva reúne dez longas-metragens selecionados entre os filmes mais representativos e premiados da produção cinematográfica sul coreana, homenageando sucessos internacionais de público, desde Oldboy a Decisão de Partir, e dez curtas-metragens selecionados entre os premiados no Busan International Short Film Festival - BISFF e outros importantes festivais de cinema da Coreia do Sul. Entre as atividades estão previstos eventos de abertura e encerramento, debates internacionais com cineastas e produtores coreanos e brasileiros em formato híbrido, oficinas de produção de vídeo e noite de premiação e homenagens.


Em sua primeira edição, o I Festival de Cinema CoreanoSP - KOFF é realizado com o patrocínio das empresas CJ Brasil, Glovis Brasil Logística e Atomy do Brasil e apoio cultural da empresa Hyundai Motor Brasil. O projeto foi aprovado em âmbito do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo - PROAC ICMS e é apresentado pela Amaná Cultural e Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, contando com o apoio institucional da Secretaria Municipal da Ação Cultural de Piracicaba, da Câmara Municipal de Piracicaba e da Prefeitura Municipal de Piracicaba.


“No momento em que o Brasil se posiciona como um dos maiores consumidores das produções audiovisuais sul-coreanas, que foram elevadas a outro patamar após o filme Parasita romper barreiras, conquistando quatro prêmios no Oscar 2020, além da Palma de Ouro, em Cannes, em 2019, e o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira, em 2020, é de suma importância a realização de um projeto que celebre a excelência da cinematografia sul-coreana no Mundo”, explica a Diretora do Festival e Co-curadora Marcia Kling.


Debates

Debate 1 – Produção Brasil Coreia: Trocas interculturais e produção audiovisual brasileira e coreana: diálogos atuais; Debate 2 – Políticas Públicas de Estado: Mercados e estéticas, cinema coreano: estratégias globais

Debate 3 – O Futuro da Indústria Cinematográfica Coreana: Futuro do cinema e o papel da indústria sul-coreana no contexto mundial. Mais informações sobre os debates: Link


Sobre o curador Rubens Rewald

Roteirista, teatrólogo, professor da USP- Universidade de São Paulo e diretor de cinema. Formado em cinema e doutor em Artes pela ECA/USP - Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, é também autor do livro Caos dramaturgia, publicado em 2005. No teatro, escreveu a peça O Rei de Copas (1994), indicada para o Prêmio Mambembe pela renovação da linguagem teatral. Em 1999, trabalhou na adaptação da peça Esperando Godot, de Samuel Beckett, e escreveu Acordei pensando em bombas, ambas com direção de Cristiane Paoli-Quito. Também desenvolveu um trabalho de utilização dramática em vídeo em três peças: Dias felizes (1989), texto de Samuel Beckett, Dois perdidos numa noite suja (1992), de Plínio Marcos e Budro (1994), dirigido por Bosco Brasil. Em 2007, codirigiu o longa Corpo, em parceria com Rossana Foglia, que ganhou o prêmio de melhor filme estrangeiro no The Method Independent Film Festival, em Los Angeles. Seus filmes mais recentes são Segundo Tempo (2019, lançamento no Brasil 2023) e Jair Rodrigues – Deixa que Digam (2020, lançamento no Brasil em abril de 2023). Além disso, dirigiu os documentários de longa-metragem Esperando Telê (2009) e Intervenção – Amor Não quer Dizer Grande Coisa (2017), ambos em parceria com Tales Ab’Sáber, e os documentários para a TV Rainha Hortência e Magic Paula (2014) e 800M(2016), em parceria com Aarón Fernandez, além dos curtas Cânticos (1991) e Mutante… (2002). Foi roteirista do filme Hoje (2011), de Tata Amaral, e do documentário Todas as Manhãs do Mundo, de Lawrence Whaba (2016).


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