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Deputada Bebel promove audiência pública sobre prevenção à violência escolar no dia 17, na Alesp


A deputada Professora Bebel, em ato pela paz, na EE Thomazia Montoro, onde a professora Elisabeth Tenreiro foi assassinada por aluno - Imagem: Divulgação

Com o objetivo de debater medidas voltadas à prevenção à violência nas escolas do Estado de São Paulo, a deputada estadual Professora Bebel (PT) promove audiência pública na Alesp (Assembleia Legislativa no Estado de São Paulo), na próxima segunda-feira (17), às 14h. A audiência acontecerá no Auditório Paulo Kobayashi, e reunirá professores, pais, estudantes e membros do Grupo de Trabalho Interministerial para Prevenção à violência nas escolas. “Vamos debater a busca por escolas mais seguras, enfatizando a mediação escolar”, diz a deputada Professora Bebel, que também é presidenta da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).




A deputada Professora Bebel está convidando também para a audiência representante do Ministério da Justiça, visando a apresentação do plano nacional de segurança nas escolas, para que seja implantado nas escolas estaduais do Estado de São Paulo, garantindo ambientes mais seguros. Bebel diz que o objetivo é de que se tenha várias frentes para resolver a segurança nas escolas. “Queremos garantir ambientes seguros para ter a certeza de que professores e alunos sairão vivos das escolas”, ressalta.


Toda essa violência nas escolas, para a deputada Professora Bebel, é resultado dos quatro anos do governo do presidente Jair Bolsonaro, que pregava nas redes sociais o armamento da população e o ódio, somado ao fato de que com a covid-19, a juventude conviveu nos últimos três anos com a morte. “Nós, vamos trabalhar pelo desarmamento, desarmamento, pelo amor e paz”, assegura.


Para a deputada e presidenta da Apeoesp, é importante que medidas de segurança sejam tomadas, mas critica sugestões, como a presença de seguranças armados nas escolas. Na sua opinião, isso gerará ainda mais conflitos no ambiente escolar. “A redução da violência nas escolas não se dará com policiais armados dentro das unidades escolares. Isso poderá apenas causar confrontos, porque pessoas que fazem esse tipo de coisa não recuarão por saberem da presença de um policial armado. Há casos, inclusive, em que um confronto está em seus planos”, ressalta.


Para Bebel, é necessária a elaboração de políticas preventivas, conscientização, controles de entradas, monitoramento, o que requer investimentos, estruturas, contratação de mais servidores públicos, mais professores, mediadores, psicólogos dentro das unidades escolares, melhoria do processo educativo, uma escola mais humana e participativa, assim como políticas de promoção da paz na sociedade e nas escolas. Porém, a deputada diz que no Estado de São Paulo, ao invés de ser ampliado os investimentos em educação, o governador Tarcísio de Freitas quer reduzir de 30% para 25% o percentual do orçamento a ser investido na área.


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