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Deputada Bebel apela aos pais para que mandem os filhos às escolas somente vacinados

Atualizado: 5 de fev.


Na entrevista, a deputada Bebel falou do trabalho que tem realizado na Assembleia Legislativa em defesa dos que mais precisam - Imagem: Divulgação

Com a alta nos casos de Covid-19, principalmente com a nova variante ômicron, a presidenta da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de Ensino do Estado de São Paulo), a deputada estadual Professora Bebel (PT) apela para que os pais levem seus filhos para tomarem a vacina, que com certeza preserva vidas, antes de retornarem às aulas: “Pais, não mandem seus filhos à escola, sem estarem vacinados!”.


O apelo, a deputada fez nessa última segunda-feira (31), durante o programa “Os Comentaristas”, da Rádio Educadora de Piracicaba, onde foi entrevistada por Paulo Carlim, Jairinho Mattos, Pedro Marcílio, Valdir Guimarães, que também contou com a participação do presidente do Lar dos Velhinhos de Piracicaba, Yves Marcondes, que agradeceu a deputada pela destinação de R$ 200 mil à instituição e também por ter viabilizado mais R$ 200 mil, através do deputado federal Alexandre Padilha (PT).


Bebel destacou a importância de vacinar as crianças que passaram, atualmente, a serem as principais transmissoras da Covid, além de haver registro de óbitos entre elas, lembrando que as UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) pedriáticas estão lotadas. “É importante a vacinação para evitar que só uma criança contaminada possa contaminar toda uma sala de aula, expor todos a riscos, e além de fazer com que passem a levar o vírus para suas casas. O direito de não se vacinar é da pessoa, mas deixa de ser quando afeta a terceiros”, disse.


A deputada Bebel também criticou a irresponsabilidade da Secretaria Estadual da Educação de manter o calendário escolar aprovado no ano passado, que foi iniciado no último dia 25, com a reunião de planejamento nas escolas de forma presencial, colocando a vida dos professores em risco, e o retorno das aulas nesta quarta-feira (2), colocando os alunos e a comunidade escolar como um todo em risco. “Sabemos que nossas escolas não têm infraestrutura necessária para cumprir os protocolos de saúde exigidos neste momento em que a Covid-19 recrudesce no País. Todos sabemos – e há vários exemplos disto – que a maioria das crianças é assintomática e elas podem, assim, ser um veículo transmissor do vírus tanto para a comunidade escolar quanto para a sua própria família, se contaminadas na escola”, enfatiza.


Com o retorno das aulas, a Apeoesp encaminhou ofício à Secretaria Estadual da Educação exigindo a garantia de segurança para os professores com comorbidade, assegurando o não retorno às aulas presenciais. Além disso, a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) reivindica a disponibilização de testagem para os professores. Outra reivindicação feita à Secretaria Estadual da Educação é a redução imediata da quantidade de alunos por sala de aula. “Neste momento, temos que preservar vidas”, reforça.



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