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Sema recebe recursos para restauração ecológica em 11 propriedades da zona rural de Piracicaba


Mata ciliar no bairro rural Monte Branco - Imagem: Thais Passos/Sema

Onze propriedades rurais localizadas na microbacias do ribeirão dos Marins, na zona rural de Piracicaba (SP), terão 21 hectares restaurados por meio do programa PSA (Pagamento por Serviços Ambientais), da Prefeitura de Piracicaba, por meio da Sema (Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento). O recurso de R$ 450 mil para as ações é proveniente do Programa 2 da Política de Mananciais PCJ, da Agência das Bacias PCJ, no qual a Prefeitura de Piracicaba foi contemplada no final de fevereiro para uso com restauração ecológica em APPs (Áreas de Preservação Permanente) e de Reserva Legal, sem necessidade de contrapartida.





As ações terão início neste mês de março, por meio da empresa vencedora da licitação, que fará o preparo das áreas, a marcação e o plantio de mudas de espécies nativas nas propriedades, além do cercamento em áreas com pastagem. O serviço também contempla a manutenção da área pela empresa por dois anos.


As propriedades selecionadas fazem parte do programa PSA, da Sema, que realiza anualmente vistorias em propriedades que atendem às práticas sustentáveis para preservação das bacias hidrográficas e remunera os proprietários com um valor correspondente ao atendimento dos critérios do programa. “A Sema tem trabalhado intensamente para o restabelecimento de ecossistemas degradados, com alguns programas de restauração florestal. Este é mais um passo significativo em parceria com a Agência PCJ e outras secretarias”, ressalta a secretária de Agricultura e Abastecimento, Nancy Thame.


Segundo a engenheira agrônoma da Sema responsável pelo programa PSA, Evelise Moda, a escolha das propriedades participantes foi pela importância de sua localização na microbacia hídrica do ribeirão dos Marins, a mais prioritária para o abastecimento do município. “Com este trabalho de restauração, temos o objetivo de possibilitar uma conexão dos fragmentos de matas dentro das propriedades, formando corredores de biodiversidade”, explica.


A coordenação dos trabalhos e o suporte técnico aos proprietários serão feitos pela Sema, e terão o acompanhamento da UGP/PSA (Unidade Gestora de Projetos), composto por membros do Comder (Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural), Agência PCJ, secretarias municipais (Sedema, Semae, Ipplap, Sema), Cati/CDRS (Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável) e Afocapi (Associação dos Fornecedores de Cana de Piracicaba).




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