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Piracicaba (SP): papeleiros pedem aumento real e redução da jornada em campanha salarial


O presidente do Sintipel, Emerson Cavalheiro, durante a entrega da pauta de reivindicações a Jerônimo Ruiz, do setor patronal - Imagem: Divulgação

O presidente do Sintipel - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Papel, Papelão e Artefatos de Papel de Piracicaba, Emerson Cavalheiro, juntamente com o diretor da entidade, Claudenir Rodrigues, participaram na última terça-feira (22), da entrega da pauta de reivindicações da campanha salarial dos trabalhadores do papel, papelão e artefatos de papel ao setor patronal, em encontro em São Paulo, na sede do Hospital Sepaco. Os trabalhadores das indústrias do papel, papelão e artefatos de papel, que têm data-base em primeiro de outubro, reivindicam aumento real nos salários e redução da jornada de trabalho para 40 horas, no setor de papelão ondulado. Na próxima segunda-feira (28), será entregue a pauta para o empresariado do setor de artefatos de papel.




Os trabalhadores das indústrias do papel, papelão e artefatos de papel somam cerca de 1600 na base do Sintipel e reivindicam ainda a reposição da inflação de primeiro de outubro do ano passado a 30 de setembro, piso salarial de R$ 2.500,00, manutenção do abono indenizatório, com reajuste, cesta de alimentos, tendo como referência o valor estabelecido pelo Dieese, combate ao assédio moral e sexual, assim como a qualquer forma de discriminação. “Estamos reivindicando 8% de reajuste salarial, incluindo a reposição da inflação e aumento real, além de jornada de trabalho de 40 horas semanais, sem redução dos salários e fim da terceirização no setor”, conta o presidente do Sintipel, Emerson Cavalheiro.


Agora, com a pauta de reivindicações entregue a expectativa, segundo ele, é de que sejam agendadas as primeiras rodadas de negociações. “Agora, vamos aguardar que o setor patronal de papel e celulose, assim como de papelão ondulado agendem as primeiras rodadas para, se possível, em outubro, as negociações já tenham sido concretizadas”, ressalta, destacando que as negociações se darão em um cenário de inflação em queda. “Com isso, vamos lutar pela reposição da inflação e pela conquista de aumento real nos salários e nos demais benefícios”, completa.


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