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Piracicaba: movimento em defesa da educação e universidade federal tem mais de 42 mil assinaturas


A coleta de assinaturas na Praça José Bonifácio, nas proximidades do Poupatempo, ocorre diariamente e tem tido ampla aceitação popular - Foto: Divulgação

O movimento desenvolvido em Piracicaba (SP) pela Apeoesp - Sindicato dos Professores do Ensino Oficial no Estado de São Paulo e pelo mandato popular da deputada estadual Professora Bebel (PT) já coletou mais de 42 mil assinaturas, juntos, contra o corte de verbas na educação estadual e pela instalação de uma universidade federal na cidade. O movimento coleta de assinaturas tanto para abaixo-assinado que será entregue ao Governo Federal pela instalação de uma universidade federal em Piracicaba no antigo Campus Taquaral da Unimep, desativado no início do ano passado pela Rede Metodista, assim como para apresentação de uma PEC de iniciativa popular na Alesp - Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo para assegurar que o Estado mantenha 30% do orçamento para a área da educação.


Conforme a Professora Bebel, que também é segunda presidenta da Apeoesp, está sendo realizada um grande movimento na cidade, inclusive nos bairros, de coleta de assinaturas para envolvimento da sociedade piracicabana nestas campanhas que visam a melhoria da educação pública tanto no Estado de São Paulo, como no país, e também por uma universidade federal na cidade, que beneficiará toda Região Metropolitana de Piracicaba.


Em defesa da instalação de uma universidade federal em Piracicaba, no Campus Taquaral da Unimep, que foi desativado no início deste ano, o movimento já contabiliza 22.335 assinaturas, sendo 17.430 física e 4.905 online. A deputada Professora Bebel, que é coordenadora da Frente Parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, em defesa da ampliação do Instituto Federal e das Universidades federais no Estado de São Paulo, desde o início do ano passado, tem feito gestões junto ao governo do presidente Lula para que seja federalizado o antigo Campus Taquaral da Unimep, que foi desativado no início de 2023 pela Rede Metodista.


Bebel, inclusive, já levou esta reivindicação ao próprio presidente Lula, em audiência no Palácio do Planalto, no dia 7 de março do ano passado, assim como teve audiências com os ministros da Educação, Camilo Santana; de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e com o do Trabalho, Luiz Marinho, e com o vice-presidente Geraldo Alckmin, com o mesmo objetivo. Também promoveu audiência pública, em Piracicaba, com a participação de Denise Pires de Carvalho, secretária de Ensino Superior do MEC, que falou da meta do governo do presidente Lula de expandir as universidades federais no Brasil.


CONTRA O CORTE DE VERBAS

Já a coleta de assinaturas contra a PEC 09/2023, do governador Tarcísio de Freitas, que quer reduzir de 30% paras 25% os recursos para a área da educação pública no Estado de São Paulo já foram coletadas na cidade 20 mil assinaturas. Esse movimento, como destaca Bebel, é estadual e tem a meta de coletar 300 mil assinaturas. “No final do ano passado, na Assembleia Legislativa, conseguimos impedir que fosse aprovada essa PEC que irá cortar cerca de R$ 10 bilhões da área da educação no nosso Estado, o que irá prejudicar toda educação pública, do ensino fundamental à universidade, mas precisamos das 300 mil assinaturas para apresentação de uma proposta de iniciativa popular para assegurar que São Paulo mantenha 30% da sua arrecadação na área da educação”, diz a deputada piracicabana.


Por se tratar de uma PEC de iniciativa popular, e não de um abaixo-assinado comum, é necessário que cada pessoa informe o número de seu título de eleitor, sem o que a assinatura não terá validade. De acordo com a segunda presidenta da Apeoesp, é necessário que toda sociedade paulista se envolva nesta campanha, uma vez que caso esse corte se concretize, todos perdem.


“O corte de R$ 10 bilhões provocará perdas para os estudantes da educação básica e do ensino superior, assim como aos professores e os demais profissionais da educação. Perdem as famílias, perde o Brasil. Um possível corte como quer o governador representa menos investimento em educação, menos desenvolvimento econômico, cultural, menos pesquisa, menor produção científica e tecnológica e, no limite, o comprometimento da soberania nacional no cenário mundial. Esta campanha é contra tudo isso”, destaca a parlamentar, apelando à população para que assine esses abaixo-assinados, tanto em seu gabinete, na rua Governador Pedro de Toledo, 1765, assim como na subsede da Apeoesp em Piracicaba e com apoiadores que estão na Praça José Bonifácio e em bairros de Piracicaba.


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