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Mandantes do assassinato de Mariele Franco serão descobertos, diz deputada Professora Bebel


Manifestação de populares pedindo apuração na morte da ex-vereadora Marielle Franco - Imagem: Divulgação

Para a deputada estadual Professora Bebel (PT), a cada dia aumentam as possibilidades de que o povo brasileiro venha a saber os nomes de todos os participantes e mandantes do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, à medida em que avançam investigações coordenadas entre a Polícia Federal, o Ministério Público do Rio de Janeiro e a Polícia Civil daquele estado. “Queremos que as investigações avancem ainda mais, porque o Brasil precisa saber: quem mandou matar Marielle?”, escreveu a parlamentar em suas redes sociais na última semana.





A postagem foi feita após a publicação pela imprensa da delação premiada em que o ex-PM Élcio Queiróz começa a dar detalhes sobre o crime, entre eles o fato de que o policial reformado Ronnie Lessa, que também está preso, teria efetuado os disparos com uma submetralhadora. Com a deleção, o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, que cumpria pena em regime semiaberto, teve sua pena aumentada, em regime fechado, em função de novos dados sobre sua participação no crime.


Criada na Favela da Maré, no Rio, Marielle Franco foi a quinta vereadora mais votada do município em 2016. Recebeu 46.502 votos. Era socióloga, com mestrado em Administração Pública. Atuou na coordenação da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O assassinato de Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), foi um crime executado no dia 14 de março de 2018, no Estácio, região central da cidade do Rio de Janeiro.


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