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Idealizado pela Esalq/USP, projeto criará App para mulheres em situação de violência em Piracicaba


Representantes das secretarias de Governo, Assistência e Desenvolvimento Social, Saúde, Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo e Conselho da Mulher conhecem detalhes do projeto - Imagem: Sabrina Rodrigues Bologna

Uma plataforma, com um possível botão de pânico, cursos e formações técnicas para mulheres em situação de violência e parceria com empresas para criação de vagas exclusivas para este público será o produto final esperado do Projeto DigNas: é na Soma das Forças que se Combate à Violência Contra as Mulheres. O DigNas foi apresentado à Prefeitura de Piracicaba pelas professoras Heliane Berlato e Maria Lúcia Granja Coutinho, do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), durante reunião na Secretaria de Governo.


A reunião contou, também, com representantes das secretarias municipais de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads), Saúde e Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (Semdettur), além do Conselho da Mulher.


O projeto, que conseguiu financiamento integral pela pró-reitoria de Cultura e Extensão da USP (Universidade de São Paulo), contará com mapeamento qualitativo nas áreas urbanas e rural de Piracicaba para identificar o perfil das mulheres vítimas de violência.


ETAPAS

O cronograma do projeto tem cinco etapas e até o final de agosto estará cumprida a etapa 1, com divulgação do projeto para comunidade acadêmica e externa. Em setembro, formará a equipe, com recrutamento e seleção de bolsistas, treinamento para a pesquisa de campo e definição de atividades e responsáveis para execução do mapeamento das áreas de Piracicaba.


Em outubro, com a equipe já composta, começa o mapeamento, incluindo reunião com órgãos municipais parceiros do projeto, definição das áreas de mapeamento, elaboração do instrumento de pesquisa, coleta de dados e transcrição das entrevistas, elaboração do relatório de mapeamento das áreas de Piracicaba e definição de ações de proteção, formação e inclusão das mulheres com base no relatório. Em março de 2022, com os dados em mãos, começa a criação da plataforma e em agosto está prevista sua entrega.


A Prefeitura, por meio de diversas secretarias, dará suporte institucional e de informações para realização do mapeamento que será utilizado para o desenvolvimento de aplicativo personalizado com serviços de proteção, formação profissional e inclusão das mulheres vítimas de violência. O prazo de encerramento do projeto é agosto de 2022.

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