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IA: Conar decide que propaganda da Volkswagen com Elis Regina não feriu o código publicitário


No mundo publicitário, a Inteligência Artificial pode ajudar a produzir conteúdo e ações mais assertivas - Foto: Divulgação/Freepik

No dia 22 de agosto deste ano, o Conar - Conselho de Ética do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária decidiu arquivar o processo para avaliar se uma campanha da Volkswagen — lançada em 4 de julho e feita com IA - Inteligência Artificial — teria ferido o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. A propaganda foi produzida em comemoração aos 70 anos da Volkswagen no Brasil e utilizou uma técnica conhecida como "deepfake", que faz montagens realistas com rostos de pessoas. Mas qual o limite dessa tecnologia?


O Unasp - Centro Universitário Adventista de São Paulo realizou, no último dia 4 de setembro, a aula inaugural do semestre, do curso de Publicidade e Propaganda, para discutir o tema, que tem sido um dos mais comentados pelo segmento atualmente. No Brasil, o termo aula magna adquiriu o sentido de "aula inaugural", designando a palestra ou conferência, proferida por pessoa convidada pela direção da instituição, que dá início a um curso ou ao ano acadêmico. O nome aula magna pode designar, também, a própria solenidade, de que a conferência é a parte principal.



De acordo com Flávio Salcedo, coordenador do curso no Unasp, não existe um limite. “O uso da Inteligência Artificial serve ao propósito de facilitar nossa vida. No caso do comercial com a Elis Regina, a família autorizou, de modo que o problema não foi a utilização da IA. Quando utilizada de maneira responsável, a IA é uma ótima ferramenta”, explica.


No mundo publicitário, a Inteligência Artificial pode ajudar a produzir conteúdo e ações mais assertivas, economizando tempo e esforço. Portanto, para aqueles que entendem o seu papel, acaba sendo um ótimo recurso. “Contudo, ao utilizar a inteligência artificial para criar um projeto, você abre mão de desenvolver a sua criatividade para que a IA o faça”, acrescenta Salcedo.


O uso dessa tecnologia também é um dos pontos levantados pelos atores na greve de 2023, que iniciou em julho desse ano. Os grandes estúdios estão interessados a usar a ferramenta para que as filmagens dos projetos paralisados, continuem. Assim, iriam ter os direitos da imagem dos atores, fazendo com que possam replicar o rosto e a voz dos mesmos sem depender de humanos. “O grande erro é pensar que a inteligência artificial pode fazer todo o trabalho por você. Não que não possa, mas você estará abrindo mão também de uma oportunidade para se tornar melhor na profissão”, enfatiza o professor.

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