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Deputada Bebel denuncia fechamento de salas de aulas e escolas pelo govenador Tarcísio


A intenção do governador de fechar salas de aula tem sido denunciada pela deputada Professora Bebel - Imagem: Divulgação

A presidenta da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), a deputada estadual Professora Bebel (PT), diz que está em curso na rede estadual de ensino mais uma “reorganização disfarçada” que, realizada de forma paulatina, implicará fechamento de unidades escolares, a partir do sistemático fechamento de classes. Informada com a iniciativa do governador Tarcísio de Freitas, Bebel diz que iniciativa como esta do governo estadual já foi derrotada pelos professores, através de ações lideradas pela Apeoesp, que defende escola pública de qualidade. Atualmente, o governo estadual está tentando fechar 253 classes.




De acordo com a deputada Bebel, no ano de 2015, por exemplo, foi anunciada a chamada “reorganização escolar”, que fecharia 94 escolas em diversas regiões do estado e, numa previsão inicial, desmembraria outras 750 escolas de acordo com as idades dos estudantes (ciclo I do ensino fundamental, ciclo II do ensino fundamental e ensino médio), o que causaria grandes transtornos para os estudantes, suas famílias, professores e funcionários. “Tão logo foi anunciada a reorganização, a Apeoesp não apenas denunciou o plano, como articulou um amplo movimento denominado ‘Grito pela Educação Pública de Qualidade no Estado de São Paulo’, reunindo dezenas de entidades dos profissionais da educação, dos estudantes, da juventude, centrais sindicais e sindicatos, movimentos sociais para barrar o ataque”.


Durante todo aquele processo, os estudantes ocuparam 213 escolas com apoio da Apeoesp e demais entidades, resultando no recuo do governo e cancelamento do plano em dezembro de 2015. “No ano de 2016, novamente tentou-se aplicar a reorganização, desta vez por meio do fechamento sistemático de classes e turnos para esvaziar determinadas unidades, justificando sua desativação. Novamente o plano foi denunciado e interrompido.


Agora, o mesmo método volta a ser utilizado. Em 34 regiões do Estado, já temos previsão ou concretização de fechamento de 253 classes. Com nossa denúncia e mobilização, dirigentes de ensino de algumas regiões adiaram a decisão para o segundo semestre, sem cancelarem a intenção”, conta.


Bebel diz que a Apeoesp está atenta, mobilizada e seguirá realizando e divulgando o levantamento da situação. “Estamos na luta para defender os direitos dos estudantes e dos profissionais da educação. As subsedes devem continuar informando por meio de presiden@apeoesp.org.br e realizar atos nas Diretorias de Ensino em que esteja ocorrendo fechamento de salas de aulas”, orienta.


Para a presidenta da Apeoesp, a Secretaria Estadual da Educação tem que desmembrar classes e fazer busca ativa por alunos. “A obrigação da Secretaria Estadual da Educação é de realizar a busca ativa dos estudantes que deixaram de frequentar as escolas, assim como desmembrar as classes superlotadas que existem em todas as unidades escolares, fixando em 25 o limite máximo de 25 estudantes por sala de aula, favorecendo a qualidade do ensino”, destaca.

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