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Deputada Bebel denuncia fechamento de mais de 300 salas de aulas no Estado de São Paulo


Na reunião, a Comissão de Educação e Cultura da Alesp, presidida pela deputada Bebel, oficializou o governo estadual para que informe o número de salas fechadas - Imagem: Divulgação

A deputada estadual Professora Bebel (PT) denunciou, na última quarta-feira (10), da tribuna da Alesp - Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o fechamento de salas de aulas nas escolas estaduais. Esta situação, a deputada, que também é presidenta da Apeoesp - Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, apresentou na reunião da Comissão de Educação e Cultura da Alesp, da qual é presidenta, na última terça-feira (9).


De acordo com Bebel, o fechamento de salas de aulas está preocupando a todos. “Até aquele momento, eram 368 classes fechadas ou ameaçadas de fechamento. Por outro lado temos salas superlotadas”, diz.



Por outro lado, a própria Secretaria Estadual da Educação reconhece extraoficialmente o fechamento de 312 classes, mas afirmam que haverá o desmembramento de classes superlotadas. Em função disso, a deputada Professora Bebel informou que a Comissão de Educação e Cultura da Alesp já solicitou ao governo estadual que essa informação seja encaminhada por escrito à Casa, assim como tem solicitado salas de aula com 25 alunos, evitando a superlotação que tem sido registrada em diversas escolas estaduais.


Conforme a deputada Professora Bebel, também foi tratado na Comissão de Educação e Cultura as Atividades Pedagógicas Diversificadas (APD), que são realizadas pelos professores nas escolas, por exigência da Secretaria. “Ocorre que não há espaços adequados nas escolas para isso, além do barulho típico das crianças e jovens que nelas estudam. Por isso, reafirmamos nossa solicitação de que as APDs sejam realizadas pelos professores em

locais de livre escolha, para que possam ler e elaborar provas e trabalhos, entre outras tarefas, o que levou a Secretaria Estadual da Educação a afirmar que está estudando o assunto. “Também tratamos das faltas, no atual regime caso o professor se atrasar por 15 minutos perde o dia todo, isso não é justo! Esse ponto também está sob análise, afirmaram nossos interlocutores na Secretaria Estadual da Educação”, conta.

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