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Deputada Bebel cobra do FNDE recursos para construção de muro na EE João Sampaio em Piracicaba (SP)


O pedido para a liberação do recurso é para a construção do muro separando a escola das demais casas do bairro - Imagem: Divulgação/Arquivo

Através de ofício dirigido ao presidente do FDE (Fundo de Desenvolvimento da Educação) do Estado de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio, a deputada estadual Professora Bebel (PT), está cobrando a liberação de recursos para construção de um muro na Escola Estadual Dr. João Sampaio, localizada no bairro Vila Cristina, em Piracicaba (SP). O pedido da deputada atende a solicitação feita pela própria diretora da escola, Sebastiana Aparecida Leme, que desde o final do ano de 2021 aguarda a liberação de recurso para a execução da obra, já garantida pelo FDE.


Conforme documento do próprio FDE, em seis de outubro de 2021, chegou a ser liberada uma verba de R$ 289.414,25 para a construção do muro, do lado direto da escola, que faz divisa com casas de moradores do bairro. No entanto, até agora o recurso não chegou à escola, para que a obra seja realizada e seja ampliada a segurança do estabelecimento de ensino.



A deputada Professora Bebel, que também é presidenta da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), foi alertada que a falta de muro deixa a escola vulnerável e isso coloca em risco tanto a segurança dos alunos como dos professores e demais profissionais que atuam no estabelecimento. No documento dirigido ao FDE, é explicado que devido ao nível do terreno, o muro da escola ficou baixo e se tornou o único espaço vulnerável, inclusive podendo ser invadida por este ponto.


Outro problema ocasionado com a queda do muro, é que além do esgoto que é despejado no terreno da escola há excesso de entulho do quintal desses moradores, o que expõem a todos a riscos da proliferação de animais peçonhentos. “Por isso, há necessidade da construção de um muro paralelo a este já construído”, explica a deputada no documento, relatando também que de acordo com informações da direção da Escola João Sampaio, o Semae, que é o responsável pelo esgoto da cidade, disse que não há possibilidade de colocar o esgoto dos moradores do lado que considera correto, devido ao declive do terrenos.


“Em função da falta deste muro e desta situação, a direção da escola relata que não é possível o desenvolvimento de nenhum espaço nesta área, como por exemplo uma horta. Portanto, se faz necessária a rápida liberação do recurso para que o muro seja construído o mais breve possível”, enfatiza a deputada Professora Bebel no documento.


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