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Dengue: dados do Ministério da Saúde mostram um aumento de 16,5% no número de casos no País


Aedes aegypti, que pode transmitir doenças como dengue, Zika, chikungunya e febre amarela - Foto: Divulgação

Com a proximidade do verão, a umidade e a chuva criam as condições ideais para a proliferação de mosquitos, como o Aedes aegypti, que pode transmitir doenças como dengue, Zika, chikungunya e febre amarela.


Dados do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostram um aumento de 16,5% no número de casos quando comparado como mesmo período do ano anterior. Para diminuir a proliferação do Aedes aegypti, é fundamental erradicar os criadouros.





E para ajudar a proteger as famílias contra as doenças causadas por mosquitos, o Centro SC Johnson para Ciência de Insetos e Saúde da Família recomenda as seguintes ações:


Elimine acúmulos de água

O mosquito da dengue precisa apenas de uma colher de chá de água para botar ovos. Por isso, é importante evitar o acúmulo de água. Além disso, é recomendado lavar, escovar e tampar os recipientes onde fica armazenada a água, trocar a água dos vasos a cada três dias, assim como os bebedouros dos animais. Certifique-se de que seus recipientes não tenham fendas para evitar que os mosquitos depositem seus ovos ali.


Proteja-se ao ar livre

Durante as atividades fora de casa, recomenda-se o uso de roupas que cubram o corpo, além de repelentes como OFF!®, além de evitar áreas onde haja grande concentração de mosquitos, como locais úmidos.


Janelas e portas protegidas

É importante fechar as portas e colocar telas nas janelas das casas, para evitar a entrada de mosquitos. Além disso, você pode se proteger dentro de casa com inseticidas de ação instantânea, como Raid®.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dengue é o arbovírus com o maior número de casos na região das Américas, com epidemias ocorrendo a cada três a cinco anos. Em 2022, mais de 2.8 milhões de casos de dengue foram notificados nessa região, sendo esse o terceiro ano com o maior número de casos na série histórica, ficando atrás apenas dos anos 2016 e 2019, quando houve maior número de casos. Além disso, dados do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostram um aumento de 16,5% no número de casos quando comparado como mesmo período do ano anterior.


Aedes: que mosquito é esse?

Com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os cuidados e a importância do combate ao Aedes aegypti, está em cartaz no Castelo da Fiocruz, no Rio de Janeiro, a exposição ‘Aedes: Que mosquito é esse?’, apresentada pelo Museu da Vida da Fiocruz, em parceria com a SC Johnson.


Por meio de recursos tecnológicos e visuais, o público pode explorar o complexo universo do mosquito em diferentes formatos, Uma das grandes atrações é a escultura gigante de um mosquito fêmea, com mais de dois metros, do artista plástico Ricardo Fernandes. A entrada é gratuita e a classificação livre.



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